terça-feira, 4 de outubro de 2016

Libertação

Nem só de tristezas vive o pastorado. Lembro de como era gostoso chegar na casa dos irmãos e ser bem recebido. Quando acompanhávamos alguma família em processo de libertação e depois os víamos restaurados e libertos, dando frutos na obra, não existe coisa mais gratificante!
Lembro de um jovem que frequentou a igreja todos os dias durante 6 meses até tomar uma decisão por Cristo. Veio a frente em lágrimas. Isso é o mais importante; vidas sendo salvas. É o que nos faz seguir adiante em face a todos os problemas.

Filho de Pastor

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